Ruby – Quinto Encontro do Guru-SP, esta edição na Voice Technology

Julho 18, 2009 por andrepanta

Pessoal,

Com grande prazer recebemos neste sábado (18/07), na sala de treinamento da Voice Technology, o pessoal do Guru-SP. A idéia é juntar usuários e interessados em Ruby e em Rails.

Agora na parte da manhã já temos 20 pessoas participando.

Programação:

  • 10:30 – Palestra de Ruby e Rails para iniciantes
  • 13:00 – DataMapper
  • 14:30 – GIT
  • 16:00 – Bate-papo sobre itens de interesse

Depois colocamos um post com maiores iformações sobre o que rolou.

Mingle Day São Paulo – Adam Monago

Julho 6, 2009 por andrepanta

Antes de começar a falar sobre o Mingle, ele falou um pouco sobre a Thoughtworks, esta empresa de consultoria tão falada no mundo de ágil.

A empresa surgiu 15 anos atrás construindo software customizados. Em 2000 estava em sérios problemas em um projeto. E eles foram em busca de algo novo. Falaram com Martin Fowler, como consultor, gostaram da forma, do resultado e continuaram a conversar.

Agile virou a forma deles fazerem projetos. E eles fazem muito coach em equipes também. De 15 pessoas do início até praticamente 1200 atualmente.
Lá na Thoughtworks eles não usam Scrum, XP, X ou Y, mas sim um conjunto de práticas ágeis que funcionam bem para eles.

MINGLE

A plataforma Mingle foi feita para trabalhar com a maioria dos projetos nas mais diferentes indústrias. na Thoughtworks, utilizam uma combinação de ferramentas, planilhas Excel e sem uma ferramenta que eles gostassem.

O desenvolvimento do Mingle começou a 2 anos e meio atrás e ele foi o primeiro cliente. Ele acha que foi escolhido para gerente de projetos da ferramenta por ter sido um cliente bem chato!

TUDO É UM CARTÃO

Tudo no Mingle é um cartão. Eles escolheram um cartão porque ele poderia representar qualquer coisa: um bug, uma feature, uma história…  Desta forma o usuário pode representar o que desejar.

Todas as visões do Mingle visualização os cartões de alguma forma. Todas as visões são, por padrão, abertas a todos. Isto porque a ferramenta foi feita com os princípios ágeis em mente. Toda visualização é a visualização de uma parte do backlog do sistema.

DEMONSTRAÇÃO
Ele começou mostrando um projeto básico, exibindo como se daria a utilização da ferramenta. O mingle é uma ferramenta muito intuitiva e fácil de usar.

A ferramenta tem um wiki embutido que deixa incluir texto, imagens e uma linguagem de macro para criação de gráficos e relatórios.  Além disso, expõe um plug-in em Ruby para cirar suas próprias visualizações.

TRANSIÇÕES DE CARTÕES
Este é um conceito muito poderoso que possibilita que uma ação seja executada toda vez que o cartão tem um estado alterado. Esta transição pode gerar alguma informação, alguma estatística.

FEATURE BREAKDOWN TREE
Dentro de um projeto podemos ter quantas árvores desejarmos. Estas árvores são úteis para dividir e agrupar as histórias, possibilitando ter um melhor acompanhamento do andamento do sistema.

O MINGLE É ENGESSADO?

Não. Eles não tem a intenção de ensinar ninguém a como ser ágil, como executar as tarefas. Mas sim, querem atender as pessoas que sentem necessidade de customização nas ferramentas atuais. O Mingle já vem com diversos templates adequado as mais variadas metodologias ágeis, mas o usuário pode customizar o que desejar.

Existem pessoas que utilizam o Mingle com Lean, colocando informações de filas de espera e filas de execução. Este é um exemplo de como a ferramenta pode ser customizada para algo totalmente diferente.

PLANEJANDO RELEASES

É muito fácil e intuitiva a forma de planejamento de releases do Mingle. Parece bem fácil e tranquilo de usar. E como fica tudo no mesmo lugar, diminui a necessidade de alguém ficar preparando relatórios que contém dados de várias ferramentas.

CONVERSE COM O PESSOAL DO MINGLE

Toda semana eles fazem sessões pela web onde as questões e o asssunto da reunião são dirigidas pelos participantes.

LICENCIAMENTO

Eles não falaram muito disto na palestra, mas é preciso falar disto:
* O Mingle é gratuito para projetos de até 5 usuários (acredito que por 1 ano somente)
* O Mingle é gratuito para projetos Open Source e de universidades
* Fora destas questões, ele é meio caro, saindo algo como 50 dólares por usuário, por mês.

Mingle Day São Paulo – Paulo Caroli

Julho 6, 2009 por andrepanta

Antes de Adam Monago começar a fazer a apresentação sobre o Mingle, Paulo Carolli deu algumas palavras sobre tudo que aconteceu até este evento. Paulo trabalha na Thoughtworks há alguns anos e atualmente trabalha no escritório indiano da empresa.

Paulo falou da importância de se criar uma comunidade, de trocar idéias, de se manter juntos e trocando idéias.

Outra coisa que ele disse foi da importância de Papo e Yoshima estarem discutindo os conceitos por trás das práticas. Para começar, nos apoiamos nas práticas para depois entender os conceitos.

Mencionou também que eles não estavam lá para vender o Mingle. Paulo iria trazer o Adam para um evento no Rio de Janeiro, onde ele falaria de User Stories e aproveitaram e organizaram um Mingle Day lá. Conversando com o Yoshima, eles aproveitaram e combinaram de trazer o evento para São Paulo.

Mingle Day São Paulo – José Papo

Julho 6, 2009 por andrepanta

PENSE DE UMA MANEIRA NOVA EM VEZ DE SÓ USAR FERRAMENTAS

Papo começou falando sobre a Semco, Toyota e outras empresas que são exemplo de auto-gerenciamento, mesmo fazendo tarefas repetitivas.
O menos importante são as práticas, mas sim a filosofia por trás das práticas.

Uma das bases do Scrum foi o artigo citado pelo Yoshima. O ponto central do Scrum é usar as poucas práticas com uma meta bem definida.

Parafraseando a Toyota, podemos dizer que:

“Antes de construir software, devemos construir pessoas”

Os líderes da Toyota têm um grande conhecimento do trabalho e focam no desenvolvimento das pessoas de baixo para cima. Papo mostrou um quadro com alguns tipos de líderes:
* Líder burocrático: não sabe e manda.
* Chefe de torcida: não manda, anima. Porém como não sabe, fica meio como líder de torcida.
* Task Master: Entendimento total do trabalho e já passa exatamente o que deve ser feito.
* Construtor de organizações que aprendem: Conhece profundamente o trabalho, mas trabalha mais como mentor, professor.

TAYLORISMO e PÓS-TAYLORISMO

* Taylorismo gera sistema empurrado, de dentro para fora.
* Pós-taylorismo gera sistema puxado. De fora para dentro. Melhoria na rede auto-gerenciada.

METAS FIXAS X METAS VARIÁVEIS

Ao trabalhar com metas fixas, a empresa não dá vazão às adapta~~oes que ocorrem no mercado. Geralmente, além de se definir uma meta fixa, já se define como o dinheiro será gasto. Na Toyota, você tem X milhões para gastar, não entra no detalhe. Além disso, a meta não é fazer X ou Y de dinheiro, mas sim, ganhar do mercado.

Defina metas aspiracionais e móveis e dê recompensas ao sucesso obtido em equipe.

Papo citou uma frase que navegar com metas fixas em águas desconhecidas é o mesmo que navegar de encontro a um iceberg.

VOCÊ é X ou Y ?

Existem dois tipos de pessoas, X ou Y.

  • X é o estilo de gestão autoritário e top-down. Pressupõe que as pessoas só se motivam por valores externos e tendem a evitar o trabalho quando possível.
  • Y é o estilo de liderança servidora. Acredita que as pessoas são auto-motivadas e podem cumprir por conta própria metas da organização.

Se você é X, nem perca tempo com metodologias ágeis, elas não foram feitas para você!

Ao final da palestra, Papo passou a lista de alguns livros (alguns bem famosos) que valem a leitura, veja no blog dele.

Mingle Day São Paulo – Rodrigo Yoshima

Julho 6, 2009 por andrepanta

Yoshima começou falando sobre o Besteirol Ágile e sobre pessoas que muito falam sobre as práticas ágeis e esquecem dos princípios. O problema desta falta de princípios chega ao ponto de 2 palestrantes do Scrum Gathering dizerem que não acreditam em auto-organização das equipes, justamente um dos pilares do Scrum.

Antes de pensar em Kanbam e reuniões diárias, é preciso pensar em auto-organização. Takeuchi e Nohara escreveram como as empresas estavam desenvolvendo produtos de eficiência e confiabilidade em 1986, no artigo The new new product development game. Este artigo foi uma das bases do Scrum. Podemos ver que o conceito não é novo, mesmo o Scrum já existe há um bom tempo.

Yoshima perguntou no que a platéia pensa quando falamos em auto-organização:

  • Bagunça
  • Comunicação
  • Auto-Gerenciamento
  • Pró-atividade
  • Comprometimento

Depois ele listou alguns dos princípios necessários para ter uma equipe auto-organizada:

DESCONFORTO

  • Auto-organização nasce do desconforto (muitos não concordam com isso), para atingir um objetivo insano (mais para frente na palestra Rodrigo disse que o objetivo insano havia sido um pouco exagerado)
  • Se a equipe sabe muito bem o dia de amanhã, não estã no desconforto. Sem uma ponta de desconforto, não há auto-organização. O karma é conciliar liberdade e desafio.

AUTONOMIA

  • Não dá para ter uma equipe auto-organizável somente com pessoas inexperientes. Tem que haver ao menos uma liderança técnica. Tem que ter um core experiente para o negócio fluir, e os membros da equipe ganharem maturidade.

INFORMAÇÃO ZERO

  • É muito importante as pessoas estarem no estado do não sei nada e não vou utilizar o passado no futuro. Porque senão você sempre irá tentar resolver o problema da mesma forma.

Sempre estamos tentando diminuir a variabilidade do processo. Desta forma, CMMI e RUP engessado seriam bons. Por isso, o palestrante se diz contra a departamentamentos de arquitetura e inspeção de qualidade.

TRANSCENDÊNCIA
Palavra bonita hein? mas na verdade, é querer saber o limite das coisas. É uma equipe que quer fazer coisas completamente inovadoras. Tente fazer da forma como você nunca tinha feito antes.
Ao desenvolver de forma ágil, você sempre está comprando um risco. Alguém assumiu um prazo com o cliente, assumiu uma incerteza… E nestes momentos, par resolver este risco, surge a inovação.

INTERFERTILIZAÇÂO

Não é só comunicação entre as equipes. é a comunicação entre pessoas de vários skills e experiências.
Muitas vezes as equipes nunca sentam para planejar o projeto juntos, justamente onde ocorre a troca de experiências. Mais importante do que cartas, números e prazos, o jogo de planejamento é um excelente momento para troca de experiências.

APRENDIZADO
Uma pessoa alimentando a outra com conhecimento, para que toda a empresa aprenda junta. A empresa tem que ter um direcionamento para o aprendizado.

AUTO-ORGANIZAÇÃO
Não somente em projetos inusitados para ter auto-organização. Projeto legal é projeto que desafia. Tente fazer projetos em outras áreas, diferentes do seu habitual.
Auto-organização é o cerne de uma metodologia ágil.

Mingle Day São Paulo – Thoughtworks e Aspercom

Julho 6, 2009 por andrepanta

Em um grupo de cerca de 80 pessoas: Rodrigo Yoshima, José Papo, Adam Monago e Paulo Caroli fizeram um encontro para falar de ágil e para o pessoal da Thoughtworks falando do Mingle.

Antes que alguém fale alguma coisa, não existe nenhuma relação comercial entre a Thoughtworks e a Aspercom, eles se uniram somente para fazer este evento. Claro que no futuro pode rolar alguma coisa, mas não tem nada acertado.

A palestra de cada um deles está descrita nos posts abaixo:

Foi um evento bem bacana, que reuniu diversas pessoas da comunidade ágil.  Depois o pessoal ainda foi para um barzinho, mas eu tomei o rumo de casa.

Próximo post: apresentação de Rodrigo Yoshima no Mingle Day

Veja mais informações no blog da Aspercom, que organizou o evento.

Ganhadores do mês de junho

Julho 5, 2009 por andrepanta

No mês de junho, todos que postaram ganharam prêmios! Os ganhadores de canecas do Basix foram:

  • Fabrício Campos
  • Rodrigo Ribeiro
  • Antonio Anderson

FISL 10 – Visão geral do terceiro dia – 25/06/2009 – por Antonio

Junho 30, 2009 por antonioams

Bom o terceiro dia começou bem conturbado, pois a organização do FISL havia restringido algumas áreas do evento e cancelado algumas palestras para poder organizar a recepção do presidente Lula que confirmou a sua presença no evento, por conta destas mudanças 3 palestras (Jingle Cookbook, Empreendedor com Software Livre, e Performance Tuning the OpenJDK Garbage Collectors) que eu havia marcado para assistir foram transferidas para o dia 27/06/2009, mas espero que seja possível assistir as 3 amanhã.

Palestra Novidades do Open JDK 6 e 7: O futuro da tecnologia por Bruno Souza da Sun Microsystems

A palestra visava explicar o porque a Sun resolveu tornar o JDK Opensource, e qual o atual status do projeto OpenJDK, o Bruno Souza é um palestrante bem eloquente que fala muito bem, abaixo seguem os principais pontos da palestra:
Segundo Bruno a Sun demorou para tornar o OpenJDK um projeto Opensource com medo de perder a compatibilidade da máquina virtual em determinados S.O., o OpenJDK é licenciado sob GPL v2 mas com uma exceção chamada de “Classpath Exception” e é exatamente esta exceção que permite desenvolver aplicações proprietárias em Java e embarcar o JDK dentro da aplicação sem infringir a licença GPL, um dos principais fatores para a abertura do código fonte foi angariar mais colaboradores, pois a comunidade Open source chegou a criar 20 máquinas Virtuais Java só por que o Java não era Open Source, então a Sun queria que estas comunidades que são formadas por programadores excepcionais passassem a contribuir com o OpenJDK pois ao invés de fazer a mesma VM Open Source a idéia é canalizar os recursos para fazer a VM já existente melhor.

O processo de abertura do código fonte não foi fácil pois várias partes do fonte não eram de propriedade intelectual da Sun, então a Sun teve que comprar o fonte de muitas empresas para poder abrir o mesmo, e mesmo assim teve 4% do fonte da VM que era de uma empresa que não cedeu, e nem vendeu, então a Sun teve que reescrever 4% da VM para poder abrir a mesma.

O OpenJDK6 nasceu do Sun JDK7 b20 (como pode ser visto a figura abaixo):

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Bruno deixou muito claro que o processo de definição das futuras implementações do Java não mudou, continua sendo o JCP que determina, a única coisa que mudou é que agora não são mais só engenheiros da Sun que implementam, existem comitters da comunidade. As empresas que mais colaboram com o Java atualmente são: Sun, Red Hat, Google, e AMD, atualmente a comunidade OpenJDK conta com 165 comitters, sendo que 38 deles são da comunidade, o número pode parecer baixo mas contando que tem apenas 1 ano que o JDK foi aberto e que o mesmo conta com 6.500.000 linhas de código 23% de comitters já ser da comunidade é um número bem significativo.

As fotos de quase todos os slides da apresentação do Bruno podem ser vistas no seguinte link.

Palestra Integração continua com Hudson – Configuração, Extensão e Diversão! por Eron da própria comunidade Hudson

Esta palestra eu entrei um pouco atrasado, mas a mesma foi bem interessante pois deu uma visão geral sobre o Hudson, oque e como ele pode fazer, o Eron deu alguns números da comunidade Hudson, a mesma conta atualmente com mais de 50 plugins, e uma pesquisa feitas com desenvolvedores Java levantou-se 3 soluções de integração continua: (Atlassian Bamboo, Cruise Control, e Hudson) a pesquisa era para saber qual destes softwares os desenvolvedores estavam utilizando, e o Hudson foi avaliado com praticamente o dobro de usuários que o Cruise Control que foi o segundo colocado.
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Outro ponto que foi bem abordado na palestra foi sobre Build Distribuído, o Hudson é capaz de trabalhar em um modelo de um Master e vários Slaves, neste modelo o Master é responsável por delegar as tarefas para os múltiplos slaves, eles acreditam que o Hudson Master seja capaz de gerenciar até 100 slaves, eles já tem cases com 45 slaves, para a instalação de slaves em massa o Hudson conta com o plugin PXE que permite você instalar os slaves através de boot remoto, sendo que o Hudson master com o PXE Plugin que provem esta facilidade na rede.
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Bruno Souza que estava fazendo tradução simultânea desta palestra fez questão de ressaltar a importância da integração continua, apresentando um case onde uma amiga dele utiliza um plugin do Hudson para criar uma competição saudável dentro da equipe de desenvolvimento, a idéia é que a cada comit feito que não quebrou nada o programador ganha 1 ponto, e a cada commit feito que quebrou algo o programador perde 1 ponto, ao final do mês é computado os pontos, e quem tiver menos ponto paga um almoço para quem tem mais pontos, e o interessante desta míni competição é que é um plugin do Hudson que faz todas esta contabilização de pontos.

Palestra Criando e sustentando uma empresa livre por Paulino Michelazzo proprietário da Fabricalivre

Esta palestra com certeza foi uma das melhores que já ví até então, pois o Paulino é um palestrante muito didático, brincalhão, e tem uma experiencia muito grande neste mundo de software livre.

Ele começou apresentando as diferenças entre uma empresa tradicional e uma empresa livre, onde fez questão de mostrar que uma empresa livre também tem organograma, paga impostos, tem departamentos, e acima de tudo quem que ganhar dinheiro para sobreviver, mas as diferenças entre uma empresa livre e uma empresa tradicional logo começaram a aparecer, primeiro ponto de diferença segundo ele é o modelo 1 manda todos obedecem que existe nas empresas tradicionais não funciona nas empresas livres, pois por definição uma empresa livre necessita ser colaborativa, então o modelo 1 manda todos obedecem não fuciona, outra diferença que Paulino ressaltou foi no processo de seleção, normalmente uma empresa tradicional procura profissionais formados, com várias certificações, etc. já uma empresa livre normalmente procura pessoas que tenham vontade de crescer e agreguem diversidade a o ecossistema, pois certificação de diploma não são atestados de competência, e uma empresa livre quer competencia, pois se baseia muito na meritocracia assim como as comunidades, outra diferença grande é relacionada as formalidades normalmente uma empresa tradicional existem muitas formalidades horários, trajes, etc. já uma empresa livre normalmente a única coisa formal é o compromisso com o objetivo definido, o resto fica a critério de cada um.

Outra parte da palestra foi focada em mostrar como uma empresa livre pode ganhar dinheiro, segundo Paulino o momento nunca foi tão propicio para empresas livres, pois ninguém mais torce o nariz ao falar de software livre, por mais que um CIO nunca tenha utilizado um software livre, ele sabe o que é, que funciona, e que acima de tudo representa normalmente uma redução de custo significativa, aproveitando o gancho da redução de custo o segundo motivo para o momento propicio é a crise, pois todas as empresas em momentos de crise precisam otimizar seus recursos e isto implica em redução de custo. Paulino deu um exemplo de uma empresa livre criar um produto de software baseado em software livre e vender o mesmo a única restrição para isto é que o código fonte do software deve ser distribuído juntamente com o produto, mas este mesmo produto poderia também ser vendido no modelo SaaS como serviço, em nenhum destes dois modelos a empresa livre estaria infringindo uma licença, istó é totalmente normal no mundo livre.

Mas como tudo na vida o difícil está não em fazer o software mas sim em como chegar até o cliente, e ser conhecido, neste ponto Paulino ressaltou muito a importância de a empresa ser especialista em algo, não dá para abraçar o mundo, então você tem que focar onde você é diferenciado, e para se tornar conhecido normalmente é necessário muito trabalho junto a comunidade pois primeiro você se torna referencia na comunidade e depois conhecido no mundo externo. O mais difícil é emplacar um primeiro case de sucesso depois de ter um cliente de referencia as coisas ficam um pouco mais fáceis pois se o serviço foi bem feito este cliente será seu cartão de visita para os demais.

O governo brasileiro não ajuda em nada as empresas principalmente as startups, pois praticamente tudo neste país exige que sua empresa tenha 1 ano de vida até os financiamentos de bancos públicos.

Paulino deu uma aula de empreendedorismo, ele trabalha com desenvolvimento web a mais de 15 anos, sua empresa conta com clientes como USP, FGV, MBA FGV, IBMEC, dentre outros, no ano passado teve um crescimento de 1000%, ele é uma pessoa muito carismática, já trabalhou como programador no Timor Leste por 1 ano e meio, já viajou por mais de 20 países dando palestras sobre software livre.

Tenho o áudio da palestra full, quem estiver interessado em escutar posta um comentário que envio o arquivo o arquivo por email.

Link para apresentação:
* Apresentação criando e sustentando uma empresa livre.

Por fim pretendo fazer o resumo dos outros dias do FISL10 logo mais.

FISL 10 – Booth Babes

Junho 26, 2009 por moritao

Irei fazer um post diferenciado, comparado com o Rodrigo e o Antonio. Nada dessas coisas nerds ai de programação, qualidade de software.. o que interessa eh…. Mulher!
Dei um giro pelos stands das empresas, colhendo material para o deleite de vocês!

Apesar da incrivel quantidade de expositores, sabe como é né? Internet is a serious business. Os stands não tem a mesma “Qualidade” das exposições de carros ou de video-games. Mas mesmo assim, as grandes empresas nao decepcionaram! Quase todas as garotas foram bem simpaticas em posarem para as fotos (exceto a mais bonita la, que estava no stand da SENAC, que ficou acanhada e não quis…).

BoothBabes Globo.com

BoothBabes Globo.com

O stand da Globo.com estava show, com um visual bem moderno, fora do tradicional, seguindo as novas tendencias de design. Tá certo que eles não tinham muita coisa para falar sobre novas tecnologias, mas a abordagem deles foi show! Com apresentações bem legais, e chamaram atenção do público, mostrando que a globo também está por dentro do universo OpenSource!

BoothBabe Locaweb

BoothBabe Locaweb

Infelizmente na FISL 10, a locaweb, que é famosa por investir bem no “material” de exposição, decepcionou… Estava apenas com uma única expositora, bem comportada, mas não era de se jogar fora! Super acanhada, me deu trabalho para convencê-la a tirar uma foto!

P240609_11.23O stand da Oracle é do estilo mais tradicional. Infelizmente eles nao estavam com nada de super interessante a mostra (Ao contrário da globo.com), Mas afinal, Oracle é Oracle! Eles precisaram de apenas com um singelo balcão, uns banquinhos, uma máquina de café e a booth babe gatinha!

BoothBabe Solis

BoothBabe Solis

A SOLIS (Empresa de consultoria de soluções de gestão), estava com um stand simples, porém fui bem atendido, inclusive todos que estavam lá quiseram aparecer na foto… Mas é claro que eu só deixei a parte mais interessante para vocês ;)

BoothBabe Senac

BoothBabe Senac

E por ultimo, o stand da SENAC, que estavam distribuindo brindes e fazendo apresentaçoes e concursos com a sua lousa multimidia. E é claro, uma minazinha delicinha!

Bom pessoal.. Termino este post cercado por essa mulherada! Logo logo postarei sobre a palestra de IPTables!

Abraços!

Primeiro Ensina aí! Cursos Grátis

Junho 26, 2009 por andrepanta

Pessoal,

No banner principal de nosso blog desde sua criação consta a frase “Compartilhando Conhecimento”. E é isto que temos tentado humildemente fazer nos últimos tempos. E é justamente para dar mais um passo neste caminho, iremos fazer nos meses de julho e agosto, o primeiro Ensina aí!

O Ensina aí! é uma sequência de cursos e palestras feitas por amigos e funcionários da Voice Technology. O público destinado é qualquer pessoa que deseje participar. O calendário de cursos do Ensina aí! ainda está em fase final de preparação.

Todos os cursos estão relacionados a algum conhecimento que é utilizado na empresa.

O professor, é alguém da nossa empresa que conheça e trabalhe com o assunto abordado. Como não somos professores / instrutores profissionais, chamaremos de “Ensinadores”…

Os cursos já confirmados são:

1. Scrum: Gerenciando e planejando projetos de software (10 horas).

Data: 20, 21 e 22 de julho. Das 19:00 às 22:30

Ensinador: André Pantalião

2. Introdução ao Teste de Software: uma abordagem prática (10 horas).

Data: 27, 28 e 29 de julho. Das 19:00 às 22:30

Ensinador: Fabrício Campos

3. Linux

Data: a ser confirmada

Ensinador: Adelson Junior

Ainda colocaremos mais palestras e cursos, se quiser participar de algum curso ou dar uma palestra.

Nesta primeiro evento, os participantes serão colabores e amigos da Voice Technology e pessoas indicadas por eles. Quer participar, mande e-mail para ensinaai@voicetechnology.com.br.

Quer participar do próximo Ensina aí? Mande e-mail para ensinaai@voicetechnology.com.br com o assunto “[Segundo Ensina aí!]“

Até mais,

André