Archive for janeiro \31\UTC 2009

Certificação OCA – Oracle

janeiro 31, 2009

Aqui na equipe Qualidade do Basix, foi lançado um desafio para cada funcionário, para ser atingido em 2009. Geralmente, o desafio escolhido, foi a conquista de uma certificação (ex. LPI, SCJP e CTFL). Eu escolhi conquistar a OCA para DBA Oracle. Uma certificação que até pouco tempo, eu mesmo, não tinha muito conhecimento de como funcionava, só sabia que existia uma certificação para banco de dados Oracle.

Bem, esse post tem o intuito de apresentar a certificação OCA. Ele traz várias informações, que colhi durante as pesquisas realizadas. Espero que você goste, caro(a) leitor(a).

O que é a OCA?

A OCA – Oracle Certified Associate é o nível inicial para certificações Oracle, neste nível o candidato fará as provas, de acordo com a carreira que escolheu. Ela é obrigatória para que o candidato se torne um OCP (Oracle Certified Professional) e consequentemente um OCM (Oracle Certified Master).

A OCA é de acordo com uma carreira?

Isso mesmo, a OCA é um nível de certificação existente para várias certificações de produtos Oracle. As provas que precisam ser feitas para a obtenção da OCA, depende da carreira/especialização escolhida, que são apresentadas abaixo, juntamente com o link do site da Oracle, que traz mais detalhes sobre a certificação:

Database Administrator – Database (9i10G11G)

Web Administrator – Application Server (9i10G)

Application Developer  – Oracle9i Forms Developer

Administrator – Oracle Enterprise Linux Administrator

As provas? Para se tornar um Oracle é preciso fazer mais de uma prova?

Sim e não. Pois, para algumas especializações é necessário fazer duas provas, e para outras apenas uma.

As provas são em Português?

Apenas a 1Z0-007 – Introduction to Oracle9i: SQL pode ser feita em Português. Todas as demais são oferecidas no idioma Inglês, e algumas outras em Japonês, se você preferir.

O que é preciso estudar para as provas?

Bem, o conteúdo das provas varia de acordo com a especialização escolhida. Portanto, é recomendável, visitar a página da Oracle sobre a certificação (alguns links foram colocados anteriormente), e verificar qual o conteúdo da prova.

Quanto ao estudo, acredito que a leitura dos livros das certificações é o ideal, afinal das contas, a Oracle  “elabora” (entre aspas, pois ela geralmente, aprova o guia e o oficializar) um guia focado em cada prova. Por exemplo, para a certificação Oracle Enterprise Linux Certified Administrator há o livro Oracle Enterprise Linux Administrator Certified Associate Exam Guide, que aborda o conteúdo dos exames  1z0-402 e 1z0-403.

É recomendável também, a realização de um curso, principalmente se você não tiver experiência profissional na área de especialização. Porém, esses cursos, costumam ter um preço bem salgado, em torno de R$5.000,00.

Como posso agendar o exame? (atualizado em 25 de setembro de 2009)

Os exames que antigamente eram agendados pelo site da Prometric, agora são pelo site da Pearson VUE, atual provedora de fornecimento de testes da Oracle. Para maiores detalhes sobre como proceder o agendamento, exames disponíveis, datas, locais, etc, segue abaixo o endereço da página da Pearson Vue dedicada as certificações Oracle:

http://www8.pearsonvue.com/oracle/

Pessoal, por hoje é só. Em breve trarei mais informações sobre a certificação OCA para DBA Oracle 11G, a que irei tentar conquistar. 🙂

Fonte:

Eduardo Legatti

Oracle

Oracle Exams To Be Offered Through New Testing Vendor

Artigo – Iptables básico

janeiro 29, 2009

Retirado do blog Techfree

Há algum tempo estou inclinado a escrever um post com os conceitos básicos sobre o iptables, mas porque? Participo de algumas listas de discussão e muitas vezes percebo que existem pessoas iniciantes que precisam saber o que estão fazendo com seus servidores, pois a maioria deles não vão além da “receita de bolo” que encontrou no Google. Sendo assim, segue abaixo uma breve introdução dessa poderossíma ferramenta que é o Iptables.

IPTABLES

O iptables nada mais é que uma interface utilizada para inserir regras de filtragens e modificação de pacotes, pois com base nessas regras o kernel efetua as ações devidas, mas necessariamente o módulo ip_tables.

Como é uma ferramenta em linha de comando, muitos dos iniciantes sentem um certo temor ao aprender, mas não há o que temer. É bem simples, basta ler e entender.

A linha de comando do iptables escrita é como uma ação que você deseja que seja tomada com um determinado pacote, para isso deverá fornecer parâmetros para o kernel identificar que pacote deseja fazer tal ação.

Exemplo:

Desejo que todos pacotes do ip 192.168.0.2 sejam bloqueados.

iptables -t filter -A INPUT -s 192.168.0.2 -j DROP

Entendeu? Não conhece as sintaxes do iptables ainda? Vamos para as básicas:

Tabelas

O parâmetro -t informa qual tabela será usada. Nesse post só tratarei de filter e em outro post NAT.

Filter é a tabela responsável por armazenar as regras para filtragem de pacotes propriamente dita. Bloqueio ou liberação.

Nat é a tabela responsável por armazenara as regras para modificação do pacote. Modificar a porta de destino, origem e afins.

sendo assim se desejar criar uma regra de filtragem apenas coloque -t filter, se for NAT coloque -t nat

Tipo de inserção

Se houver duas regras com ações distintas para o mesmo tipo de pacote? Depende da ordem de inserção.

Para adicionar uma regra há dois tipos de parâmetros que podem ser utilizados:

-A adiciona a regra no final da fila. Assim se houver muitas, essa será a ultima e se houver regra com parâmetro idênticos, essa nem será lida.

-I adiciona a linha onde desejar. Se omitir o local, será sempre adicionada no topo da fila.

Exemplo:

iptables -I INPUT 3 ….

Será adicionada na linha 3 da fila do INPUT.

Chain ou Fila

O nome correto é chain, mas vou chamar de fila para facilitar o entendimento.

Existem três tipo de fila na tabela filter; INPUT, OUTPUT e FORWARD.

INPUT

—> | Interface |

É a fila que é checada para pacotes que acessam o servidor por uma determinada interface.

OUTPUT

| interface | —->

É a fila que é checada para pacotes que saem do servidor por uma determinada interface.

FORWARD

—–|–interface–|—–>

É fila que é checada para pacotes que passam pelo servidor, ou seja, apenas são redirecionados.

Agora vamos a alguns parâmetros de identificação de pacotes.

O parâmetro abaixo determina:

– i   interface utilizada

-s   ip de origem do pacote

-d   ip de destino do pacote

-p  protocolo utilizado (tcp,udp,icmp)

Obs: Após o parâmetro -p é possível especificar  portas. Tanto de destino, como de origem.

–sport  porta de origem

–dport porta de destino

Existem outros parâmetros que podem ser utilizados, para maiores detalhes acesse essa página(Em inglês).

e por fim é necessário informar qual a ação a ser tomada pelo pacote.

Para isso utilizamos o -j

As ações mais usadas na tabela filter são ACCEPT e DROP.

ACCEPT aceita os pacotes que encaixam nos parâmetros especificados no comando e DROP ignora os pacotes, por fim rejeitando, mas com DROP o usuário não receberá retorno informando que está bloqueada, a requisição apenas será ignorada.

Por fim vamos fazer uma regra para assimilar:

iptables -A INPUT -s 192.168.0.10 -i eth1 -p tcp –dport 80 -j DROP

Traduzindo a regra; Todos os pacotes que têm como objetivo o servidor, como ip de origem 192.168.0.10, que acessarem pela interface eth1, utilizando o protocolo tcp, com porta de destino 80 (web) serão ignorados.

Pronto!

Agora vamos a alguns adendos da tabela filter.

o iptables tem algumas regras padrões, que se chamam políticas. Por padrão as políticas são totalmente permissívas. Assim todas elas já estão com a ação ACCEPT.

Para modificar é simples

iptables -P <chain ou fila> <ação>

exemplo:

iptables -P INPUT DROP

Dessa forma qualquer pacote que acessar a fila INPUT e não tiver nenhuma regra específica será aplicada a regra padrão descita na política. Nesse caso ignorar. Note que não é preciso utilizar o argumento “-j”, antes do DROP.

Maiores informações sobre o desenvolvimento do Iptables pode ser encontrado no site do projeto.

Comunicação Interna é importante?

janeiro 29, 2009

Hoje fui fazer um curso de Comunicação Interna na Fundação Vanzolini (dica do Ivan). Mas aí é normal se perguntar: O que que a comunicação interna tem a ver com o desenvolvimento de Software? Com o Basix? Porque se preocupar com isso?

A comunicação interna é o ponto de partida para o alinhamento de discurso em uma organização.

E mais do que ser uma ferramenta para a empresa divulgar o que fez, deve ser uma via de mão dupla, informando o que o colaborador precisa e deseja saber, levantando quais são as informações que precisam ser comunicadas aos colaboradores. E não é algo que ainda engatinha, existe empresas especializadas em auziliar na comunicação interna de empresas.

No projeto que trabalho, o Basix (um sistema que tem seu principal cliente no Japão), muitas vezes temos dificuldade de comunicação entre os próprios membros da equipe que estão trabalhando em horários alternativos, o que piora quando estamos separados geograficamente e em países diferentes. Se dentro de uma equipe de 25 pessoas já é difícil manter todos alinhados, imagine em uma empresa de 100, 1000 ou 10000 pessoas em locais diferentes.

Por isso, temos que pensar na comunicação interna da empresa levando em conta a cultura da empresa, os valores, o comportamento das suas lideranças e às crenças de seus colaboradores.

O papel aceita qualquer coisa. Não temos que focar em produzir peças publicitárias, discursos ou e-mails bonitos que irão agradar a direção da empresa. Temos que produzir conteúdo que seja verdadeiro, coerente com discurso das lideranças e adequado para a rotina dos colaboradores e da empresa. Deve ser algo verdadeiro!

A professora, Cláudia Cezaro Zanuso, colocou bem a importância de compartilharmos a maior quantidade possível de informação em uma empresa (ela não disse exatamente com estas palavras):

Estamos na era do conhecimento, só com informação não se faz muita coisa. Quanto maior o número de pessoas tendo acesso as informações, maior a chance de gerarmos bons conhecimentos.

E você? O que você gostaria de saber sobre a empresa em que trabalha? De que forma gostaria que fosse esta comunicação? Você acha que compartilham uma quantidade suficiente de iinformações?

Deixe seu comentário ou envie um e-mail para andre@voicetechnology.com.br.

Até mais,

André Pantalião Ferreira

Café com Bits – Portabilidade Numérica

janeiro 27, 2009

O departamento de Qualidade da Voice Technology convida a todos para o segundo Café com Bits.

O que é o Café com Bits?

Alguém que estudou sobre um determinado assunto irá apresentá-lo aos presentes. Mais do que informar tudo sobre um determinado assunto, a idéia é estimular a discussão e a busca pelo conhecimento.

Quando será o segundo?

O tema do segundo Café com Bits será: “Portabilidade Numérica”

Data: 30 de janeiro de 2009 (Sexta-feira)

Horário: 16:00 às 17:00

Local:Sala de treinamento da Voice, conjunto azul (30A).

A apresentação será conduzida pelo Saulo e pela Karen, da área de testes da Voice.

Convidado especial: Jefferson Zanardi de Freitas.

Todos estão convidados a participar!

Campus Party

janeiro 25, 2009

Pessoal,

Esta semana eu (André), Daniel Sakuma e Rodrigo Ribeiro fomos à Campus Party, infelizmente mais para dar uma olhada do que para efetivamente participar. Neste evento, nós não enviamos o pessoal para participar durante todo o evento.

Gente pra caramba, deve ter alguém que manje de algo que você está estudando

Gente pra caramba, deve ter alguém que manje de algo que você está estudando

O Fernando Campos, da Brastel, participou de algumas palestras sobre Grid Computing e, mais importante do que as palestras, fez amizade com pessoas que pesquisam Grid no IME e ele irá visitar o laboratório deles. Este é o lado bom destes eventos!

Você não deve se preocupar somente em assistir palestras, mas encontrar pessoas que pesquisam o mesmo assunto, que tem diferentes opiniões e problemas ao lidar com determinado assunto ou tecnologia. Na Campus Party são reunidas pessoas que gostam de blog, games, tecnologia, robótica, fotografia! Não é somente um evento sobre games, como muitas vezes noticiado na TV.

É importante estar atento para eventos como este e verificar se vão falar de algum assunto interessante ou que seja seu objeto de estudo (como o Grid Computing para o Campos). Pode ser uma boa oportunidade de aprendizado. E um próximo evento que é muito interessante para a troca de idéias é o FISL (24 a 27 de junho em Porto Alegre), se você gosta de Software Livre vale a pena pensar em ir para lá ! (Aproveita e visita o sul do país)

Eu e o Sakuma tentando jogar um futebolo de robôs, mas perdemos!

Eu e o Sakuma tentando jogar um futebol de robôs, mas perdemos!

Até uma próxima pessoal !

Brastel na Folha de São Paulo

janeiro 24, 2009

Nesta sexta-feira, a Brastel saiu na Folha de São Paulo.

A foto foi tirada no alto do nosso prédio no centro de São Paulo. E para quem não percebeu, eles falam de um PABX de baixo custo, que é o Basix que desenvolvemos.

Parabéns a todos!

Osvaldo, Evelyn e Marcius

Osvaldo, Evelyn e Marcius

Melhor post de Dezembro

janeiro 16, 2009

Pessoal,

Após uma virada impressionante, o Thiago Veiga conseguiu a maioria dos votos, com o seu post “Entendendo o que é NAT”. Parabéns Thiago!

Resultado

E dessa votação quem saiu ganhando também, foi você, caro(a) leitor(a), com um contéudo mais diversificado e com maior qualidade.

Falando sobre o Café com Bits

janeiro 12, 2009

Hoje, 12 de janeiro, realizamos aqui na Voice o primeiro Café com Bits.

Karen e Saulo, os palestrantes

Karen e Saulo, os palestrantes

Um evento onde alguém faz a apresentação de algum assunto que estudou, mesmo que não saiba tudo sobre o tema, e os participantes complementam com dúvidas, conceitos e causos.

Como já foi dito no post anterior, a apresentação foi feita pelo Saulo e pela Karen e falou dos ciclos evolutivos das Telecomunicações. Falaram desde os primórdios da invenção do telefone, passando pelas redes convencionais e VoIP.

Foram 25 participantes, que puderam acompanhar a palestra, contribuir com conhecimento e comer umas tranqueiras no café! Agradecemos a presença de todos.

O próximo Café com Bits falará sobre Portabilidade Numérica. Sugira você também o seu tema.

Obrigado ao Cláudio e o Adelson por emprestarem a câmera de seus celulares.

Todo mundo no curso

Quase todo mundo

Café com Bits

janeiro 8, 2009
Ilustração de DreamsTime.com

Ilustração de DreamsTime.com

Élcio Jovelli e o departamento de qualidade da Voice convidam a todos para o primeiro Café com Bits.

O que é o Café com Bits?

Alguém que estudou sobre um determinado assunto irá apresentá-lo aos presentes. Mais do que informar tudo sobre um determinado assunto, a idéia é estimular a discussão e a busca pelo conhecimento.

Quando será o primeiro?

O tema do primeiro Café com Bits será:

“Ciclos evolutivos das Telecomunicações”

Data: 12 de janeiro de 2009
Horário: 16:00 às 17:00
Local:Sala de treinamento da Voice, conjunto azul (30A).
A apresentação será conduzida pelo Saulo e pela Karen, da área de testes da Voice.

Todos estão convidados a participar!

Votação melhor post de Dezembro

janeiro 7, 2009

Como dito anteriormente (link), a promoção do Ensinar do mês de Dezembro, irá premiar o melhor post, dentre os 5 mais acessados.

Pois aqui está os 5 posts mais vistos em Dezembro, lembrando que a seleção foi entre os posts criados em Dezembro. Agora cabe a você, dar o seu voto para eleger o melhor post do mês. Que ganhe o melhor! E parabéns a todos que postaram!

A votação será encerrada às 23:59 do dia 15 de Janeiro de 2009.