Ensina Aí! Curso de Scrum em Londrina

Outubro 28, 2009 por andrepanta

Neste fim de semana (24 e 25 de outubro) aconteceu mais um curso do Ensina Aí, só que desta vem em Londrina. O curso aconteceu no escritório da Brastel em Londrina e contou com pessoas da própria Brastel e de outras empresas.

Foram dois dias de cursos, 16 horas no total. Apesar de ficar um pouco puxado, acredito que o pessoal gostou do conteúdo. Todos participaram, fizeram observações e tiraram dúvidas.

O curso passou por todos os aspectos abordados no curso de Scrum Master e três exercícios práticos foram realizados:

Acredito que estes últimos dois exercícios foram úteis para que alguns conceitos, que do Scrum 59 não são totalmente percebidos, fossem assimilados.

Bem, é isso. Assim que novos cursos do Ensina Aí! estiverem agendados, divulgaremos aqui no blog.

Obrigado Frank e Marco pela organização e acolhida.

D-olho na qualidade 5Ss (parte 2)

Outubro 20, 2009 por Roberto Capelo

Como o outro post D-Olho na Qualidade 5Ss  foi bem acessado, achei que seria legal dar continuidade as dicas de implantação do programa.

Primeiramente é importante avaliar a situação atual da empresa, então abaixo foi elaboradas algumas questões a serem respondidas, assim vamos compreender o grau de caos da empresa, logo apos iniciando a implantação do programa que é fundamental, vou ajudar a iniciar o desenvolvimento das etapas envolvidas em criar interesse no programa e não deixar dúvidas do que em que o programa irá ajudar a empresa e seus colaboradores.

Verificação

Tabelas retiradas do curso do Sebrae D-Olho na qualidade 5Ss

Preencha a “Lista de verificação”, observando os critérios definidos na legenda abaixo:
DICA: É de fundamental importância que você responda esta lista com muito critério e lembre-se do que realmente acontece na empresa e não como você gostaria que estivesse.

Lista de Critérios

Nota

Conceito

Descrição

1 Ruim Nenhum item atende ao padrão estabelecido
2 Regular Poucos itens atendem ao padrão estabelecido
3 Bom Muitos itens atendem ao padrão estabelecido
4 Excelente Todos os itens atendem ao padrão estabelecido

  

Lista de verificação do Programa

ETAPA : Descarte*

Avaliação

Itens :

1

2

3

4

Foram definidos padrões e procedimentos para a manutenção do descarte*.        
Existem materiais, objetos e equipamentos desnecessários nos locais de trabalho.          
Os equipamentos, ferramentas e materiais estão em bom funcionamento.        
A quantidade de suprimentos* no setor é mesmo necessária.        
Existem papéis, dados, informações desnecessários nos locais de trabalho.        

 

Lista de verificação do Programa

ETAPA : Organização

Avaliação

Itens :

1

2

3

4

Foram definidos padrões e procedimentos para a manutenção da organização.        
Os itens e objetos do local de trabalho estão organizados, sistematizados.        
Os itens e objetos do local de trabalho estão devidamente identificados/ sinalizados*/ acondicionados*.        
A organização física do local de trabalho (layout*) reflete ordem e sistematização e contribui para o aumento da produtividade.        
Os itens e objetos do local de trabalho após o uso estão sendo retomados para os seus devidos lugares.        

 

Lista de verificação do Programa

ETAPA : Limpeza

Avaliação

Itens :

1

2

3

4

Foram definidos padrões e procedimentos para a manutenção da limpeza.        
O local de trabalho está adequadamente limpo.        
Os equipamentos, ferramentas e materiais estão limpos e bem conservados.        
Os colaboradores estão usando uniformes em condições adequadas.        
Os colaboradores participam da limpeza do local de trabalho.        

 

Lista de verificação do Programa

ETAPA : Higiene

Avaliação

Itens :

1

2

3

4

Foram definidos os padrões e procedimentos para a manutenção do descarte*, organização e limpeza no dia-a-dia.        
O ambiente de trabalho é agradável, harmônico, não poluído.        
Os colaboradores se apresentam dispostos, com aparência adequada.        
Existem procedimentos de segurança e são conhecidos por todos.        

 

Lista de verificação do Programa

ETAPA : Ordem Mantida

Avaliação

Itens :

1

2

3

4

Os padrões para a manutenção do descarte*, organização, limpeza e higiene, no dia-a-dia, estão sendo cumpridos.        
Os horários e normas estabelecidas são respeitados.        
As não-conformidades estão sendo relatadas e trabalhadas.        

Exemplo: no descarte tivemos o que equivale a 1+3+3+4 = 11 divididos por 42,75, ou seja, o seu conceito está de regular para bom; pode melhorar – E muito !!!

Mão na massa

O primeiro passo é criar um cronograma de implantação com os passos a serem realizados.

Cronograma de implantação

Prazos : definir prazos para cada etapa do programa
Local : definir um local agradável para discutir sobre o programa
Reuniões : Antes de cada etapa é importante fazer uma reunião explicando o que é, e como irá ser implantada para todos funcionários da empresa.
Cartazes : Criar cartazes, avisos e propagandas sobre a implantação do sistema isso ajuda a dar credibilidade e motivar os colaboradores a participarem.
Mural : Criar um jornal mostrando todas as mudanças em progresso e notícias das implantações
Registre a Situação da Empresa em Fotos ou Filme.

Como sabemos bem “fazemos projetos o tempo todo” não coloque tempo muito longo nem curto entre as etapas, levando em consideração as etapas, claro.

Lançamento do programa

Será interessante criar um lançamento “festa” para o inicio e divulgação do programa, isso da uma força para que todos queiram participar. Então crie um lançamento memorável!!

O lider da implantação deve ser bom o suficiente para passar confiança ao projeto, não deixando passar em branco questionamentos entre os participantes de que o projeto apenas seja fogo na plalha e outros questionamentos que vão acontecer.

Preparar o ambiente

Estes são alguns exemplos retirados do curso do sebrae sobre a elaboração do evento:

  • Forme uma equipe de apoio para auxiliar na implantação do programa;
  • Crie todos os cartazes referentes aos conceitos e benefícios do programa. Isso é uma maneira de envolver todas as pessoas da organização;
  • Realize o diagnóstico da organização, utilizando a lista de verificação nos setores da sua Empresa;
  • Planeje o lançamento do programa em toda a organização;
  • Cinco dias úteis antes da data marcada para a reunião de Lançamento, afixe, nos locais mais visíveis da empresa, cartazes para provocar a expectativa de todos em relação ao programa. Três dias úteis antes da reunião, será a vez de afixar o cartaz – convite já preenchido com a data, a hora, assinaturas e local da reunião;
  • Durante o lançamento, após discutir temas do interesse do grupo participante, fale, então, do grande problema que é o desperdício no Brasil. Pesquise na internet dados sobre isso complementados com informações regionais;

Seguindo estas dicas já é possivel começar a ter em mente do que irá ser feito e como irá iniciar a implantação, aguardem os próximos posts até que sejam finalizados e que possa ser implantado o programa com sucesso.

Acredito que os próximos posts gerem uma espectativa maior e você vai começar a pensar em realmente implantar o programa até em sua casa.

Espero que tenham gostado,

Roberto Capelo

Segunda Cumbuca Tech

Setembro 3, 2009 por andrepanta

Pessoal,

Hoje realizamos nosso segundo Cumbuca.

Juntamos o pessoal e continuamos a falar mais sobre Garbage Collector. Assim como o primeiro, o segundo Cumbuca foi muito bom para espalhar o conhecimento e termos pessoas de diferentes áreas já manjando tudo do GC, hehe…

Participantes:

  • Sakuma
  • Joemir
  • Fabrício
  • Antonio
  • André

Saímos com as seguintes dúvidas a serem pesquisadas ao longo da semana:

  • Na memória “Young”, quando o From Space é utilizado?
  • Entender melhor quando o tenured é executado no GC paralelo.
  • Na nossa utilização no PABX, qual o tamanho da memória Young?
  • O NewRatio é baseado na quantidade de memória alocada? E se alocarmos mais memória?

Para o próximo Cumbuca, dia 10 de setembro – quinta-feira às 8:30 vamos pegar os parâmetros de execução atuais do PABX e o log do GC e iremos analisá-los. Eles serão enviados por e-mail dias antes da Cumbuca.

Os textos utilizados para leitura foram:

Até mais,

André

Ensina aí! por telefone

Agosto 28, 2009 por andrepanta

O curso de Voz Sobre IP do Ensina Aí será transmitido por telefone e pode ser acompanhado através de slides na Internet. Inicialmente, este é apenas um teste!

Quem quiser participar é só ligar para 3588-2195 no período de duração do curso: 18:30 às 21:30. Neste telefone você estará participando de uma sala de conferência com o áudio do curso, podendo também fazer perguntas.  Estamos testando este modelo para futuramente ter os cursos do Ensina aí disponível para mais pessoas.

Além disso, pode-se acompanhar os slides que estão sendo apresentados através do endereço: http://200.162.18.130/dimdim e se juntar a conferência voip3108

Quem quiser participar é só ligar…. A idéia é ter o áudio disponível após o curso.

Quem quiser assistir o curso presencialmente, mande e-mail para ensinaai@voicetechnology.com.br.

Saiba mais sobre o curso aqui

Ensina aí VoIP

Agosto 24, 2009 por antonioams

Dando continuidade a os cursos do Ensina Aí temos grande prazer de divulgar o tão esperado cursos de VoIP, abaixo segue os detalhes do curso:

Inscrição: por e-mail (ensinaai@voicetechnology.com.br).

Valor: gratuito.

Data: 31 de Agosto, 02, e 04 de Setembro das 18:30 às 21:30.

Carga horária: 9 horas.

Local: Voice Technology – Rua Líbero Badaró, 293 – cj. 30 A Centro – São Paulo (Edifício Conde de Prates).

Público Alvo: interessados em VoIP

Total de vagas: 15.

Instrutor: Antonio Anderson Souza

Conteúdo programático:

  • Introdução a voz sobre IP
  • Tendencias no mercado de Voz sobre IP
  • A telefonia convencional PSTN
    • Evolução da telefonia convencional
    • PSTN vs. VoIP
  • Protocolos VoIP
    • H323
    • SIP
    • RTP
    • Codecs
  • Casos de uso
    • Corporativo IP PBX Interno
    • Corporativo Hosted PBX
    • Carrier SIP Softswitch
    • Carrier Media/Application Server
    • Carrie IP Centrex
  • Elementos de uma rede SIP
    • User Agent Client
    • User Agent Server
    • Proxy
    • Registrar
    • Redirect Server
    • Back to Back User Agent
  • Protocolo SIP
    • Estrutura
    • Transações
    • Dialogos
    • User Agents
    • Cenários de sinalização
    • Principais RFC’s

Com que frequência irá ocorrer esse curso?

Irá depender de dois fatores: o feedback recebido nesta primeira realização e a procura pelo curso.

Não poderei participar dessa vez, poderei participar na próxima?

Claro! Aliás, aqueles que não podem participar desta primeira realização, por favor envie o e-mail demonstrando o interesse, pois assim será mais fácil de montar a segunda turma.

O curso será sempre o mesmo, ou haverá cursos mais avançados/específicos?

Novamente dependerá da procura pelo curso. Se você quiser sugerir algum assunto a ser abordado, sinta-se à vontade em comunicar. Assim, se várias pessoas sugerirem o mesmo assunto ou parecido, a probabilidade de ser realizar o curso é maior. Logicamente, que dependendo do conhecimento do ensinador, não vai me pedir um curso de culinária mexicana. (rsrs)

Tenho outras dúvidas, o que faço?

Envie um e-mail para ensinaai@voicetechnology.com.br com a tag [DÚVIDAS].

Faq copiado do QualidadeBR.

Lançamento Cumbuca Tech

Agosto 20, 2009 por antonioams

Já há algum tempo que venho percebendo que o pessoal da Equipe técnica do Basix (divisão da Voice Technology a qual gerencio) precisa de conhecimentos conceituais sobre tecnologias em geral, pois a equipe está há muito tempo focada em apenas 1 produto. Isto tem um lado bom, pois nas tecnologias que o Basix utiliza realmente temos muitos especialistas, mas por outro lado isto acaba bitolando um pouco, criando uma certa dificuldade em extrapolar os conhecimentos desenvolvidos no Basix para criar outras soluções.

Na minha opinião um dos maiores desafios do atual profissional de TI é conhecer o máximo de tecnologias possíveis e como funcionam de forma conceitual, para possibilitar a solução de problemas complexos através da combinação de tecnologias (brincar de lego). O profissional deve entender os conceitos por trás de cada tecnologia, para que ele seja capaz de comparar, selecionar e combinar as soluções que melhorar se aplicam para sua realidade.

Hoje em dia posso afirmar que boa parte dos problemas na área de TI podem ser solucionados integrando tecnologias existentes, reduzindo muito a necessidade de desenvolvimento de software. Isto só é possível em grande parte graças a imensidão de projetos Opensource que temos disponíveis. Assim montamos soluções super complexas e inovadoras, integrando tecnologias e desenvolvendo software focado apenas nos itens que as tecnologias disponíveis não contemplam (normalmente este desenvolvimento é focado em regras de negócios especificas, ou em módulos para viabilizar a integração das tecnologias).

A grande vantagem deste tipo de approach para montar soluções é não reinventar a roda e o famoso Time To Market (tempo de chegar com a solução no mercado).

Bom mas o que isto tudo tem haver com o título do post? Tendo em mente os pontos levantados acima, estamos lançando um grupo de estudo utilizando o método Cumbuca (este método foi criado pelo Professor Vicente Falconi, e publicado no livro: Controle Total da Qualidade Total, para maiores informações sobre como o método funciona veja o seguinte link). O objetivo deste grupo de estudo é fazer com que membros da equipe Basix estude juntos tecnologias diversas troque idéias de forma a fomentar o desenvolvimento de conhecimento conceitual.

Maiores detalhes do grupo de estudo Cumbuca Tech pode ser visto no VTLabs wiki, lá estaremos documentando a agenda dos encontros, os assuntos abordados, etc. O primeiro encontro será no dia 24/08/2009 das 08:30 às 10:00, o assunto será Java Virtual Machine Gerenciamento de memoria e funcionamento do Garbage Collector , e será realizado na sala de reunião da Brastel.

Em um primeiro momento o grupo está aberto apenas para os membros da equipe Basix, mas nada impede de em um próximo momento abrirmos para a participação de pessoas de outras áreas.

Os interessados em participar favor procurar eu, ou o André Pantalião.

Ensina aí! 3 cursos já realizados.

Agosto 19, 2009 por andrepanta

Pessoal,

Há cerca de um mês atrás, começamos a iniciativa do Ensina aí! O Ensina Aí é uma série de cursos gratuitos que são dados por membros e amigos da empresa e desejam compartilhar algo.

Três cursos já foram feitos até o momento:

  • Scrum
  • Introdução ao teste de software
  • Linux Básico

Nestes 3 cursos iniciais, 38 pessoas já participaram. E ao menos pelas avaliações, parece que gostaram! Ou ficaram com vergonha de reclamar.

Os slides de dois cursos já estão disponíveis na página do Wiki do Ensinar

O próximo curso será o do Antonio, sobre Voz Sobre IP. Em  breve publicaremos maiores detalhes.

Vejam algumas fotos do curso de Scrum:

Quer particpar do ensinar, mande um e-mail para ensinaai@voicetechnology.com.br

SVN – Subversion: Guia de sobrevivência do usuário

Agosto 14, 2009 por Fabrício Ferrari de Campos

Pessoal,

Estou disponibilizando no SlideShare uma apresentação falando um pouco sobre o Subversion, o famoso SVN.

A idéia é que essa apresentação se torne, realmente um guia de sobrevivência para o usuário (não para o administrador). E utilizando o formato de apresentação, o foco é usar e abusar de exemplos. :)

E sendo essa a primeira versão da apresentação, sintam-se à vontade em usar os comentários para fazer críticas, sugestões e elogios. Até porque, eu não sou nenhum especialista no assunto (e estou muito longe disso…rsrs), então se alguém quiser me ajudar a melhorar a apresentação, só entrar em contato. :)

Abraços!

Causos do Basix

Agosto 13, 2009 por andrepanta

Pessoal,

Desde 2004, nós da Voice Technology, desenvolvemos um produto em conjunto com nosso cliente no Japão, a Brastel.  E como o Antonio disse em seu blog:

Temos o  foco em desenvolver uma plataforma de IP-Centrex em parceria com a Brastel (uma operadora de telefonia Japonesa, apesar do Nome é uma empresa Japonesa), durante esta jornada vivenciamos muitas experiência interessantes, sejam elas relacionadas ao choque de cultura, a dificuldades técnicas, gerenciais, decisões difíceis, acertos, erros, etc.

Alguns destes problemas, dúvidas e histórias… enfim… causos… o Antonio colocou em seu blog. Dê uma olhada lá:

Vale a pena leitura, apesar do Antonio falar nestes posts que foi uma boa trabalhar com o Fontes, que absurdo! hehe… Brincadeira.

Minhas impressões – Quinto encontro Guru-SP – 18-07-09

Julho 18, 2009 por Rodrigo Ribeiro

Caros colegas,

Neste sábado tive o prazer de participar do quinto encontro do Grupo de Usuários Ruby de São Paulo (Guru-SP), que aconteceu na sala de treinamentos da empresa onde trabalho (a Voice Technology :) ).

Apesar de meu conhecimento da linguagem e do framework de desenvolvimento Web (Rails) ser baixa, o objetivo maior era angariar o maior número de informações, aprender e ter contato com o pessoal da comunidade. Assim poderia ter mais “idéia” do que é Ruby e porque está sendo tão falado, comentado e usado nas empresas e em projetos open source.

Nós da Voice Technology já temos algumas pessoas capacitadas em programar em Ruby, mas estamos em constante nível de aprendizado. Essa participação no encontro será importante para sanar as principais dúvidas e responder as expectativas pessoais e do pessoal da empresa que não esteve presente.

P.S.: Este post também está presente no Templário da Tecnologia.

Panorama Geral


Até o dia de ontem (17-07-09) era prevista a participação de no máximo 20 pessoas para toda a duração do evento (10h00 até ~17h00), o que já era um número excelente para uma reunião “informal”.

Para a nossa surpresa (André Pantalião, Rodrigo Ribeiro e Thiago Veiga, membros da empresa presentes) tivemos cerca de 25 pessoas participando (!). A procura foi grande e acho que o encontro respondeu as expectativas da melhor maneira possível.

“Escopo” da programação das palestras (pelo menos o pensado):

  • 10:30 (devido ao “delay” clássico de espera do pessoal) – Palestra de Ruby (e Rails) voltada para iniciantes
  • 13:00 – DataMapper
  • 14:30 – GIT
  • 16:00 – Bate-papo sobre itens de interesse / Coding Dojo

Palestras

Ruby on Rails para iniciantes – Rafael Rosa “Fu”


Rafael Rosa “Fu” tomou a iniciativa de levar o notebook a frente e passar alguns “Ruby fundamentals” para o pessoal. Primeiramente ele abriu uma “janela” para que todos falassem (momento “apresentação”) o nome, profissão, envolvimento com as linguagens de programação e porque “raios” estar presente em um sábado de manhã para ver uma reunião de Rails (rs).

Foi interessante para chegar a algumas conclusões:

  • Maioria do pessoal é oriundo da área de programação em Java, voltada para Web;
  • Muitos dos presentes (inclusive eu…rs) são iniciantes em Ruby e Rails. O objetivo era saber mais do que é, como usar e os objetivos da linguagem;
  • Já existem pessoas que trabalham só com Rails em empresas. Muitos dos presentes já fizeram curso também, em sua maioria na Caelum;
  • A comunidade Ruby e metodologias ágeis estão andando de “mãos dadas” e estão definitivamente “implantados” nas empresas que usam Rails.

Após isso foram mostrados conceitos (e prática) de como instalar e usar Ruby, tomando como exemplo o famoso modelo do “Faça seu blog em 15 minutos“. O interessante é que desde a criação de um projeto até a edição/criação de métodos html (POST, por exemplo), dentre outros poréns de um blog não é necessário escrever uma linha de código (!).

O Rails já tem muita coisa pronta, relativa a configuração de banco de dados, modelo MVC, testes e servidor de aplicação. Por isso temos a famosa “agilidade de escrita” de código e desenvolvimento.

Além disso foram discutidos termos como TDD, BDD e princípio da janela quebrada, ressaltando também o uso de ferramentas de testes com o Rails (RSpec, Remarkable e Cucumber).

Abaixo alguns links para aprendizado de Ruby e Rails:

  • http://guides.rubyonrails.org/
  • http://guias.rubyonrails.pro.br/
  • http://www.railscasts.com
  • http://www.buildingwebapps.com/podcasts
  • http://rubylearning.org/class

DataMapper – Rafael Rosa “Fu”


DataMapper utiliza o design pattern para persistência de dados publicado por Martin Fowler, de mesmo nome e que também é utilizado pelo Hibernate. Foi criado pelo pessoal do Merb (Matt Aimonetti e Yehuda Katz). O conceito base é o ORM do Merb.

As vantagens do DataMapper são:

  • Não depende de estrutura de banco de dados;
  • Mais fácil de integrar com sistemas legados;
  • Migrações e múltiplos repositórios.

Rafael mostrou e explicou alguns exemplos de código, comparando classes usando DataMapper e Hibernate, exemplificando o funcionamento, mapeamento de chaves e campos usados, etc. Muitos exemplos de classes podem ser encontrados no site do DataMapper. Reinterou que Active Record (outro ORM  e manuseador de dados usado por Rails) não é DataMapper, sendo o último mais “poderoso” e modularizado.

Explicou sobre os muitos plugins existentes para DataMapper e encontrados no repositório GIT do mesmo, separados em “Resource Plugins” e “Is Plugins”, e os seus respectivos “poderes de fogo”. Complementando o assunto foram mostrados de maneira mais superficial Adapters, Integration e Utility, pois são temas mais aprofundados do DataMapper.

Nas futuras versões (0.10 e 0.11) haverão novidades:

  • Validações para objetos Ruby puros;
  • Melhorias no SEL.

Desvantagens do DataMapper:

  • Menos maduro (menor número de usuários usando e desenvolvendo DataMapper e muitos usando Active Record);
  • Não se itegra facilmente com Rails (ainda);
  • Pequena comunidade;
  • Pouca documentação (relativamente);
  • Ainda não tem Remarkable;

Como podemos participar do projeto?

  • http://www.datamapper.org
  • http://groups.google.com/group/datamapper
  • IRC Freenode #datamapper e #dm-hacking

A palestra do Rafael foi interessante, apesar de ser bem técnica. Devido ao conhecimento de Hibernate (seja ele teórico ou prático, da maioria do pessoal) a assimilação do conteúdo passado foi melhor e mais inteligível.

Desvendando o GIT – Douglas Campos (qmx)


A palestra procurou passar uma introdução a respeito do GIT, sistema de repositórios altamente usado em projetos Ruby. Mudança de paradigma de versionamento (não só arquivos, mas conteúdo de arquivos são altamente analisados).

Na introdução mostrou-se que GIT é performático e foi baseado em um desenvolvimento de 45 dias para uma nova plataforma de versionamento para o Kernel (ao invés do BK – BitKeeper, proprietária) desenvolvida por Linus Torvalds. No sistema de repositórios CVCS há o problema do código muito centralizado. No DVCS já o contrário: não há ponto central imposto pela ferramenta, tudo é descentralizado. No GIT há mudança de paradigma, pois os commits podem ser locais e/ou não acessando o servidor.

Sobre o “core” do GIT:

  • Commits pequenos em Rails são muito usados, pois as mudanças no projeto geralmente requerem pequenas implementações de linhas de código;
  • O versionamento de conteúdo no git “impacta” no conteúdo da árvore inteira;
  • Commit: não é nada mais do que as diferenças aplicadas a árvore de código (pilha de alterações);
  • O conceito de índice é tirar um “snapshot” seletivo dos objetos da árvore;
  • Podemos melhorar o conceito de índice no/para GIT: coloca tudo o que está no indíce dentro do repositório e são indicados por um hash SHA único e definido por um diff;
  • Definição técnica de GIT: o repositório no GIT é um grafo acíclico dirigido;
  • Branches: são simples ponteiros dentro do grafo, apontando para índices.

Após isso foi feito um exemplo de aplicação com vários desenvolvedores alterando e “subindo” código para um projeto fictício em um repositório GIT de teste, simulando a realidade e com a finalidade de mostrar ao vivo os conceitos de merge, diff, commit e histórico de mudanças.

Alguns comandos foram mostrados e são importantes para uso e manutenção do repositório: git stash, git status, git tag, git reset, git rebase e outro comandos.

Você precisa pesquisar em que arquivo ficava aquele método? Use o comando: git log -S’def update’ –pickaxe-all (visualiza as “mudanças de história”. Procura métodos que foram alterados no projeto e ele mostra os logs de commit. Muito poderoso). Essa é uma dica que é muito útil e pouca gente sabe!

Na parte final, Douglas discutiu com o pessoal sobre os conceitos de Cherry pick, Cherry (commits pequenos e pontuais) e Bisect (famosa história: “Mas eu tinha consertado aquele bug…quem ‘quebrou’?”).

Para finalizar houve uma discussão sobre fluxos de trabalho em equipe, recuperação de “desastres” e boas práticas.

Sem dúvida uma palestra bastante técnica, mas bem moldada, concisa e dinâmica. O overview dado sobre GIT foi bom para os “imaturos” em Ruby e Rails e para os experientes, pois várias dúvidas foram sanadas e muitas perguntas respondidas, de ambos lados. E uma novidade: Douglas expôs a informação de uma nova comunidade que está surgindo de Rails, intitulada RailsBridge. Ela é muito completa e voltada também para fins educacionais, além de ter uma campanha para ter mulheres programando em Ruby (rs). Vale a pena dar uma olhada!

Apesar de ter sido a palestra mais técnica do encontro os parabéns ao Douglas são necessários, pois o conteúdo foi excelente!

Coding Dojo – Modelagem de uma classe usando RSpec (aplicação de TDD)


No final do dia houve um dojo para que o pessoal, de forma colaborativa, codificasse um “projetinho”. O objetivo foi modelar uma classe usando RSpec, com a finalidade de trazer a tona modelos de programação, estilos de código, implementação de patterns, etc. O foco principal era aplicar o princípio básico do TDD: escrever testes antes de codificar.

Algumas das características usadas foram:

Gems instaladas

* remakable ( from github )
* rspec-rails
* Zentest

User Story da classe Group
- Tem que um nome;
- Outras características.

User Story da classe User
- Tem que ter um nome, login, e-mail, senha;
- Tem que pertencer a um grupo;
- Tem que ter status: ativo ou inativo;
- Senha tem que ser guardada como Hash;
- Precisa de método para fazer login que:
- recebe login e senha;
- retorna false se deu errado (login inexistente, usuário inativo, senha inválida);
- retorna true se deu certo.

O feedback durante a sessão foi legal e muito interessante!

Conclusão

Na minha visão o evento foi muito interessante e produtivo, sanando muitas dúvidas minhas a respeito do Ruby. Até instalei o Ruby na minha VM! (posteriormente estarei testando alguma coisa, pois o tempo urge para mim nesses dias!). Esse evento não seria realizado sem a iniciativa de André Pantalião e o pessoal do Guru-SP, que mostraram um grande interesse em participar e interagir, trazendo para o ambiente Voice a disseminação do conhecimento, tanto para nós quanto para a comunidade Ruby e afins. Aguardem mais novidades daqui para frente!

Agradeço a todos pela leitura e até a próxima!

ConclusãoNa minha visão o evento foi muito interessante e produtivo, sanando muitas dúvidas minhas a respeito do Ruby. Até instalei o Ruby na minha VM! (posteriormente estarei testando alguma coisa, pois o tempo urge para mim nesses dias!). Esse evento não seria possível de ser realizado sem a iniciativa de André Pantalião e o pessoal do Guru-SP, que mostraram um grande interesse e participação (interação), trazendo para o ambiente Voice a disseminação do conhecimento, tanto para nós quanto para a comunidade Ruby e afins. Aguardem mais novidades daqui para frente!Agradeço a todos pela leitura e até a próxima!